Vulvinite e vulvovaginite

06/JAN

Vulvite e Vulvovaginite são inflamações da parte externa do órgão genital feminino (chamada vulva). A vulvite é a irritação da vulva, e a vulvovaginite, da vulva e da vagina. São provocadas, principalmente, por diversos micro-organismos, que causam corrimento. As mesmas bactérias que originam a Candidíase, a Triconomíase e Clamídia podem desenvolver a vulvite e a vulvovaginite.


A vulvovaginite também pode ser causada pelo uso de produtos alérgicos, como calcinhas de tecido sintético, amaciantes, papel higiênico colorido ou perfumado, sabonetes perfumados, e também pelo hábito diário, como o uso do chuveirinho como ducha vaginal.


As mulheres grávidas podem desenvolver vulvites crônicas após o parto, devido a sua sensibilidade com determinados produtos químicos, o látex da camisinha, tampões vaginais e sabonetes íntimos. A sua imunidade baixa propicia o desenvolvimento das infecções mais facilmente.


SINTOMAS


Os sintomas mais comuns da vulvite e da vulvovaginite são:



  • Inflamação da vulva;

  • Vermelhidão;

  • Corrimento;

  • Prurido vulvar (coceira intensa na vulva).


O que diferencia a vulvite e a vulvovaginite das outras doenças sexualmente transmissíveis são o tipo de irritação, a textura e a cor do corrimento.


DIAGNÓSTICO


Assim como nas doenças sexualmente transmissíveis, a vulvite é diagnosticada pelos exames ginecológicos, e se necessário, a vulvoscopia.


PREVENÇÃO


Para impedir o surgimento dessa doença, devem-se evitar os seguintes hábitos diários:


- Ducha vaginal;


- Uso de roupas justas na região genital;


- Uso de roupas íntimas de tecidos sintéticos;


- Sexo sem camisinha;


- Sabonete perfumado e com PH elevado;


- Uso de absorventes diários.


TRATAMENTOS E CUIDADOS


Para o tratamento correto da vulvovaginite e da vulvite, a mulher deve realizar uma consulta com o médico ginecologista. As principais indicações são medicamentos orais e mudança de hábitos.


Evite passar cremes cicatrizantes na região da vulva e da vagina, isso pode piorar a inflamação. A automedicação é perigosa. Qualquer tratamento deve ser indicado por um médico.

Fonte: Gineco

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