Descolamento de placenta: entenda a real gravidade

20/MAR

Repouso e medicamentos reguardam mulheres e bebês em casos de descolamento de placenta


No ano passado, a apresentadora Eliana surpreendeu ao anunciar a antecipação de sua licença-maternidade por causa de um descolamento de placenta. “Sei que não depende só da minha vontade e do meu esforço. Mas farei o impossível para salvar minha filha de um parto extremamente prematuro”, disse a artista, em um vídeo publicado nas redes sociais.


Após tomar todos os cuidados necessários, Eliana deu à luz a sua filhinha Manuela – e está tudo bem com ela. Mas, afinal, o que é o descolamento de placenta e quais suas possíveis repercussões?


“Mulheres que já tiveram o descolamento estão mais propensas a sofrer novamente com essa condição em futuras gestações”, ressalta o ginecologista e obstetra Eduardo Zlotnik, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.


Se o descolamento for parcial, o recomendado é conciliar repouso absoluto e medicamentos que evitam as contrações uterinas. A reposição do hormônio progesterona também pode ser recomendada para relaxar o órgão, impedindo que o quadro piore. Nos casos mais graves, que geralmente ocorrem no segundo ou terceiro trimestre da gravidez, é necessário fazer um parto de emergência. “Porém, a maioria dos casos tem final feliz e sem sequelas”, tranquiliza Zlotnik.

Fonte: https://saude.abril.com.br/familia/descolamento-de-placenta-entenda-a-real-gravidade/

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