Síndrome Alcoólica Fetal

27/FEV

Ao consumir qualquer tipo e quantidade de bebida alcoólica na gravidez, a gestante expõe o bebê aos riscos da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), que pode acarretar más-formações congênitas faciais, neurológicas, cardíacas e renais, além de ser a principal causa não hereditária da deficiência mental.


Com intuito de conscientizar a população e erradicar essa prática que muitas vezes causa danos irreversíveis ao feto, a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), em parceria com o Instituto Saúde Brasil, lançam a “Campanha sobre os Riscos da Bebida Alcoólica durante a gravidez”, que conta com vídeo informativo estrelado pela cantora Wanessa Camargo.  (Veja o video abaixo)


A cada mil bebês que nascem no mundo, de um a três já iniciam a vida afetados pela SAF. No Brasil não há dados oficiais do que ocorre de norte a sul, entretanto, existem números de universos específicos. Para ter uma ideia, no Hospital Geral Vila Nova Cachoeirinha, localizado na zona norte da capital paulista, um estudo com 2 mil futuras mães revelou que 33% bebiam durante a gestação. O mais grave: 22% consumiram álcool até o dia de dar à luz.  


Vale lembrar que os efeitos do álcool ocasionados pela ingestão materna de bebidas alcoólicas durante a gestação não têm cura, por isso vale a máxima: o quanto antes parar, melhor para o bebê, sua família e a sociedade. O diagnóstico precoce da doença e a instituição de tratamento multidisciplinar ainda na primeira infância podem abrandar suas manifestações.

Fonte: SOGESP

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